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Harry Massis Junior, o vice-presidente do São Paulo, manifestou que votará a favor do impeachment do presidente Julio Casares na votação marcada para a próxima sexta-feira, que ocorrerá a partir das 18h30 no Morumbi.
Fazendo parte do grupo político Vanguarda, que se desligou da coalizão, Massis confirmou ao ge que tomará uma posição favorável à destituição de Casares. De acordo com o estatuto, ele é quem assume o cargo caso o presidente seja afastado, permanecendo até o final do mandato, que se encerra em 2026.
Com 80 anos, Massis ocupa a vice-presidência desde 2021. Juntamente com Casares, ele foi eleito para o triênio de 2021 a 2023 e reeleito para o período de 2024 a 2026.
Ele é conselheiro vitalício e associado ao clube desde 1964, tendo ocupado várias posições na diretoria. Como empresário, Massis é o proprietário do Hotel Massis, localizado na Consolação, São Paulo.
Nos últimos dias, Casares enfrentou uma considerável perda de apoio no Conselho Deliberativo. Quatro dos seis grupos que compunham a coalizão de apoio a Julio Casares enviaram, na última quinta-feira, um comunicado à presidência do São Paulo informando sua decisão de se desvincular da gestão.
Os grupos Legião, Vanguarda, Sempre Tricolor e Participação - sendo que este último é o próprio grupo do presidente - não são mais parte da coalizão. Estima-se que esses grupos reúnam cerca de 128 conselheiros, que, somados à oposição, formam atualmente um conjunto de 182 conselheiros.
Ainda apoiam Julio Casares dois grupos: Força São Paulo, que conta com cerca de 27 conselheiros, e Movimenta São Paulo, com aproximadamente 40 conselheiros. Ambos mantêm sua posição de apoio ao presidente e, na próxima sexta-feira, devem votar contra o impeachment. Em teoria, eles são suficientes para garantir que o presidente permaneça no cargo.
No total, 254 conselheiros têm direito a voto. Serão necessários 191 votos para que Julio Casares sofra impeachment, conforme o Artigo 58 do Estatuto Social do São Paulo.

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