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Camisas com o número 7, faixas para a cabeça e menções ao famoso gol de barriga. Em um dia comum nas arquibancadas, é habitual observar Renato Gaúcho sendo representado nas partidas do Fluminense. Contudo, havia algo distinto neste domingo, durante a vitória por 2 a 1 contra o Bragantino, no Maracanã. É claro que marcava a reestreia do ídolo no comando da equipe pela sétima vez. De certo modo, pode-se afirmar que uma nova "Renatomania" está se iniciando.
Na jornada que começou na Praça Varnhagem e se dirigiu até a Rua Eurico Rabelo, dezenas de homenagens a Renato puderam ser avistadas. Desde a canção "oba, oba, oba, Renato chegou!" até artigos do uniforme de 1995. O que se destacou foi a quantidade, muito maior do que o costumeiro.
Dhyan Monducci, de 31 anos, tinha apenas um ano quando Renato fez o famoso gol de barriga, e, evidentemente, não se lembra do evento. Apesar de estar vestido com a camisa 7, sua admiração começou anos depois, em 2007, quando o Fluminense venceu a Copa do Brasil, e em 2008, quando foi vice-campeão da Libertadores da Conmebol.
— Renato Gaúcho é o treinador da minha primeira memória clara de um time jogando com leveza, habilidade e magia. Seu gol de barriga me conectou a histórias que não vivi, contadas por amigos tricolores mais velhos. Que esta fase seja uma fusão do futebol de 2007 e 2008 com narrativas para serem repassadas às futuras gerações — afirma.
João Pedro Gagliardi, ainda mais jovem, tem apenas 21 anos, mas traz consigo as recordações transmitidas por seu pai. O encantamento por Renato Gaúcho começou em casa e agora ele o leva para o Maracanã.
— Acredito que, como qualquer torcedor, todos nós crescemos rodeados de místicas, com alguns ídolos e personagens que já ficaram marcados. Eu acompanhei muito o Renato durante a trajetória da Libertadores de 2008 e na Copa do Brasil, então, desde pequeno, escuto muitas histórias sobre o icônico gol de barriga. Hoje, vim com a camisa mais como uma forma de prestar homenagem — conta.
No que diz respeito ao "Ame o Rio", o Fluminense e seu patrocinador máster Superbet incorporaram o slogan no uniforme do clube. Nas arquibancadas, foram distribuídas faixas para que os torcedores as usassem na cabeça. A intenção é celebrar o retorno do treinador, mas também homenagear o título de 1995.
Dentro do estádio, o nome de Renato Gaúcho foi recebido com aplausos quando apareceu no telão. Na mureta próxima ao banco de reservas, houve gritos incessantes com seu nome. Muitos torcedores trouxeram cartazes desejando-lhe boas-vindas. A canção "oba, oba, oba!" também ressoou várias vezes ao longo da partida.
— Sinto-me contente pelo afeto que os torcedores me demonstraram. Mal tive tempo de notar isso, pois há muito a fazer. Fico satisfeito, o público do Fluminense me acolheu com muita consideração. Podem ficar calmos, pois estou ciente da preocupação deles. Apesar do tempo limitado, desejamos sempre nos esforçar muito para a torcida — disse Renato.
O Fluminense entrará em campo novamente na próxima quinta-feira, na segunda rodada da Copa Sul-Americana contra o GV San José, da Bolívia, no Maracanã. No Campeonato Brasileiro, o time enfrentará o Santos em seu próximo jogo, no domingo, também em casa.

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